A tua morte.


Celebro a tua morte
Pois sei que um dia tu morreras.
Declaro a tua morte
Pois sei que a buscou.
Dou glorias e louvores
As árvores que me avisaram
do teu engano, das tuas mentiras...
Crês? Acredita que as árvores me contaram?
Ou achas mais uma vez que sou tola?
Querido, o que achou que eu era?
Entrou, dominou e agora estraga.
Não sou uma igreja pagão
Não sou sem rumo, me sinto perdida sim,
Mas sei que logo ali é meu caminho...
Não me provoques mais, ou morreras
Por minhas mãos.

Luana Almeida.



*Talvez tenham me dado
inspiração o suficiente pra escrever a dor,
mas isso é bom e me agrada.

2 comentários:

Jéssyca Carvalho disse...

Ah, escrever a dor é bom: faz a gente organizar as coisas dentro de nós.
É uma forma diferente de superar aquilo que tem nos incomodado, ao mesmo tempo que é uma forma de mostrar ao nosso exterior o que se passa lá dentro de nós...

Mas sabe, não sei que é o "querido", mas eu creio que as árvores te contaram...
Não me pareces tola...

Lúu Almeida disse...

Pois é.. vc me entende, pq deve ser louca como eu, pq deve [concerteza] "vomitar" oq esta escrito n tua alma para o exterior, como vc mesma disse.. Mas entenda, esse "querido" é ele, aquele cujo o qual me deu essa tremenda e desejosa inspiração... vai lá entender sobre as flores...

bjobjo'