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Ruína.


Ela apoio-se, mirou seu destino por baixo de seus pés.
O vento era bravo e o frio perverso. Ela tremia por medo, por frio e falta de coragem.
Pensou por três vezes e decidiu abandonar a vida, atirou-se ao abismo de esperanças 
na espera de que lá embaixo encontra-se o necessário, o suficiente para respirar com calma.

                                                      Esperança leva... carrega alma.

Suficientemente amor.


Deliciosamente meu.
Degusto parte por parte, sem exercícios,
sem esforços, sem dores e imprevistos.
D'um lado eu, d'um outro um pouco mais
distante, colo sobre o meu, tu.
Louças do jantar e os dedos, manchas
nos copos e sopros em velas, 
dinâmica perfeita do querer.
Passos curtos, passos largos rumo 
ao lugar de nosso céu, degustador.
Correm móveis, treme chão, paredes
gritam e teto cai. Cama vira céu, paraíso
escondido em vida, nosso esconderijo.
Teus olhos, meu sorriso.
Sua boca, minha paciência.
Caídos em nós, por cima, ao lado,
por frente, sem desavenças e perdões.
Beijo teu, teu beijo marca os meus.
Coração suplica amor e o teu implora-me
presença eterna. Estaremos!
Olhos, suspiros, sorrisos de alegria,
laços de amor, delírios inacreditáveis.
Adormecemos em nosso céu e n'outro
dia cantamos o amor, a nossa canção.
Virá a Júlia, o Pedro e depois o João.
Nossos frutos de amor encontrarão 
um céu como o nosso, cheio de seus amores.
E ainda dizem que não há amor por cá,
iludidos ser. Quem disse que precisa morrer 
pra conhecer amor?
Morrer de amor é o suficiente.

Palavrinhas depositadas de forma brutalmente amorosa.

Ausente.


Um dia desses eu juro lhe dar atenção, mas é que hoje minha paciência
esgotou-se por tão pouco do oposto, dos modos antigos e passageiros.
Numa outra vida eu juro que vou ser melhor, serei eu a mocinha dos teus
sonhos, a menina do teu encanto, mas por enquanto deixe-me ser a coisa
mais absurda para você e mais divinamente eu para mim. 
Cansei! Parto e reparto, meu ato é meu e teu querer me mata por falta de 
ser o que queres. Teu querer é bem, é teu. Diferente do que me aguarda no céu.
Aquele mesmo céu de onde eu vim e caí em teus pés por acidente, erro de meu pai.
Poupe-me dos detalhes e deixa-me hoje. Paciência falta por hora. 

Prefiro samba.

Eu sambo e não caio no amor.
Meu nego me prometeu dengo eterno e lascou-se pro norte,
 foi buscar uma dona pra ter seus filhos e laços. Eu prefiro morrer!
Quando soube do que me aguardava lhe pedi paciência,
não tive culpa alguma e não sinto remorsos, eu expliquei que não queria filhos,
eles me tirariam do samba. Nunca fui mulher de cair por outros,
é o samba quem me derruba e depois me beija.
Criei anuncio e aviso, quero o outro nego!
Daqueles de paixão, amor não, ele sempre quer derrubar meu samba.

Da inocência.

Lauren



















Meus olhinhos de menina viviam em poços de desespero, 
ao desejo de crescer corpo, mente, alma e amor.
E agora que tudo cresce (constantemente) eu aprendo que
deveria ter esperado, ter pedido calma e armamento.
Hoje o mundo devora-me. As pessoas aparecem de todos
os jeitos, lugares e gestos. E eu perco um bocado de mim.
Ao menos a roda foi minha, ao menos visitei céus junto com
as pipas e caí de amores pelas ruas, diverti alma... pulei.
Agora sou calma, aproveito o tédio que foi dado a mim 
para deixar palavras em papéis e amor guardado aqui. 
A criança ainda continua, o medo é a prova da existência.

Do despertar.

Sebastian Kahl

Ela calou-se. Esperou o momento exato.
Ninguém prevê futuro. Nem morte ou vida.
Todo seu desespero chegou de pouco e 
invadiu seu labirinto de ar, aquela gota de estar.
Limpou-se e colheu seus frutos, frutos recheados
de seus erros e pesadelos alheios plantados no caminho.
Culpa? Nenhuma.
São consequências, volta do que se foi.
Pediu e colheu os prantos seus, morreu.
Ressuscita de pouco, paciente e atenta pra vida,
derramando suas flores, as certas de querer.
Na promessa suprema de deixar palavras suas
guardadas pra si. Chega de amores vãos!  

Da traição a descoberta.

Julián Rodriguez Orihuela

























Ela banhou-se, tomou gole de café e soube do ocorrido. Não lhe doeu coração e nem ossos.
- Não lhe peço perdão, não sinhor. Se tua mulher discubriu que tu tá comigo a culpa é mais tua do que minha. Mas veja você? Eu, trabalhando... procurei ninguém não. E dispois se tu veio aqui atrás de fogo, que viesse antes. Tua muler nunca que lhe deu prazer.
- Mas Carmosina, meu amor. Não é assim... como posso me explicar?
- Nem comece a explicar nada, tu deve de explicar pra tua muler e me dexe que hoje a noite vai ser longa e eu preciso de discançar. Ande homem, se pique daqui.
- Oh meu amor, trate seu amado assim não.
- Amado coisa ninhuma. Tu é da tua muler e se tu tá aqui querendo se explicar e cheio dos dedo é causa de que ta com medo do que o povo vai falar quando suber que tu sai de casa pra cair nos braços de muler feito eu. Olhe homi, lhe digo uma coisa... eu num tô aqui pra guentar disaforo de seu ninguém, se tua muler prejudicar meus trabalhos de prazer e a Dona Lurdes me botar pra fora do salão eu juro pelo meu Padre Cícero que eu faço picadinho, mas bem picadinho de tu e de tua muler. Agora se coise e se pique daqui, suma.

Do pior, do quase pior.

"Preciso ser o pior de mim para que o meu melhor desperte."
                                                                    Isadora Peres.

Soleá

(...) eles passarão. Eu passarinho.

Grace

Você pode até pensar ou dizer que eu não sou uma boa menina, mas o tal destino provocou-me a ser essa aqui estampada no mundo. Eu sempre avisei que eu seria uma boa menina, nada de ânsias, de desespero, preocupações. Eu me comportaria e procuraria a solução de tudo, o caso é que as coisas não funcionam bem aos desejos do papai. 
Um dia, assim como quem nada quer, eu decidi ir em direção ao jardim, talvez para mirar bem os pássaros com meu badoque, ou sair correndo atrás das borboletas. Mas nada disso foi possível, o maldito do jardineiro, que poderia muito bem ter abusado de mim, procurado meu corpo infantil, preferiu cavar e o buraco era maior que eu. 
Lá eu fiquei, oito dias. O imbecil do papai nunca pensou em procurar-me por lá e eu tive que sobreviver. Não me bastasse aturar aquela vidinha maldita, eu ainda tinha que sobreviver dentro de um buraco, mas dentro ou fora daria no mesmo.
Nos primeiros dias eu suportei a fome e a cede, nem pensei em gritar, gastaria toda minha beleza e paciência. Esperei algum bicho cair no buraco, assim como eu caí (tola), mas ele seria a minha presa. No terceiro dia eu comecei a comer as formigas, na minha boca elas tinha gosto de amora, tinha que ser amora pra eu me sentir alimentada. No sexto dia eu já estava fraca, o suficiente para comer até um passarinho, mas eu não tinha essa sorte. Como eu queria comer um passarinho! Continuei nas formigas e depois encontrei algumas minhocas. 
Quando papai me encontrou eu estava desacordada, me lembro de ter acordado no meu quarto, a Doce, minha boneca, estava de olhos em mim. A babá do meu lado sorridente e eu com um humor de quando nasci, não tô pra graça. Pedi água e algo pra comer. Sopa era meu prato odiável e o papai fazia questão de alimentar-me assim, nessas horas eu desejava ter a mamãe por perto. Mas ela teve que partir, papai me contou que ela tentou matar uma criança, disse que era louca. A criança era eu e hoje eu fico pensando, maldita seja a mamãe, esperou eu cair num buraco pra depois me matar. Vida!

Ser e tentar.

Jon Duenas
























Deixa eu beber do café que há em teus braços,
deixa eu cativar meu riso nas coisas que te acompanha.
Morda-me de amor e arraste de mim as impurezas perdidas
de uma outra vida, daquele velho adeus.
Mostre-me a razão de não ter razão alguma e depois seguir
os passos teus, sentindo o cheiro de teus cachos e amor teu.
Leve-me a ti, leve alma e deixe coração que é teu, puro e sem
feridas expostas ou cortes profundos, picado de amor.
Tome-me em teus braços, tenha meus lábios e mãos sobre 
todo dengo de ser, todo dengo de estar por aqui.
Fique e me obrigue a partir, parta e me obrigue a pensar
em ti e morrer de saudades.
Mas nunca deixe os meus desejos num copo d'água esperando
teu gole, tua cede de mim.                                                                     

Clarice.

Franca

Clarice levantou-se e sentiu o cheiro do mundo.
Abriu a janela e olhou o que ainda havia, a chuva fina e sossegada depois de uma tempestade durante toda a noite. 
Calada do modo em que estava bocejou e imaginou o que faria durante todo aquele dia que começava. Praia nem pensar, o mar deveria estar tão revoltado quanto seu estômago. O parque seria perfeito se ela estivesse disposta a caminhar. 
Concluiu que seria melhor voltar para cama e tentar entender o que aconteceu ontem, por um instante sentiu os olhos cheios d'água e engoliu a seco sua primeira refeição, as lágrimas. 
Ela sabia que deveria tentar reviver, mas preferiu adormecer corpo e alma só por um dia. 


Ultima.

Make




















Ela sempre deseja ter mais uma dose,
provar a ultima gota só pra embriagar-se.
Tenta, provoca, arranha céus e diz o que
deseja antes de seu adeus... adeus.
Ele pouco dá nó e acomoda-se ao seu
novo dengo de amor, deita-se com a dona
e a ama, deixando ela para trás sem oportunidade de ultima vez.
Conforme-se, depois não mais.
Reparte as dores por entre palavras e mostra-se
disposta a concertar os erros e esquecer passado.
Jura de pernas bambas e amassa as ultimas lágrimas,
as ultima. Promete.
Diz ser ela e aceita o novo dengo de amor,
reza entre pratos e pede morte.
Ela quer somente uma ultima gota, para guardar
boca amarga de saudade e peito de dor.

Pura má.

Tontonlabel
















Tua pele nua ao mundo e pura para mim.
Rosto pálido e lábios rubros de amor,
de desejos por nossos planos, nossos encontros.
Unhas afiadas do jeito de arranhar céus e
deixar tua assinatura nas costas, nas pernas.
Dentes de desejo por mordidas e boca.
Seios teus, teus seios são meus frutos preferidos.
- Obrigado, amado deus!
Não julgo amor, talvez seja, os delírios, as vontades
de devora-la é maior do que qualquer frio na barriga,
pernas tremulas, boca seca e vontade de amar.
Transformo-me em poeta e escrevo minhas palavras
de gozo por todo teu corpo despido de culpas.
Escrevo-te poemas e a observo por baixo, por cima
ou ao lado de mim. Esteja presente!
Meu corpo arrepia e eu fico desejando a tua pele,
nua ao mundo e pura para mim.

Amor atropelado.

Carmen

















Existem coisas que eu não consigo compreender, ou que simplesmente não conheço. Mas não é pelo fato de eu não me permitir, de não deixar agir em mim todas as minhas curiosidades. 
Uma vez eu tentei aprender a andar de bicicleta e me dei bem, saí carregando latas de lixo e o amor da minha vida. É que o Arantes inventou de aparecer pra mim bem no momento em que eu decidi matar alguém ou me matar, porque eu de bicicleta, como diria a tia Flora, é pior do que campo de guerra. 
Saí com meus arranhões e o amor. Eu não tive sorte, não acredito nela. Foi tentando compreender como era andar de bicicleta e mesmo sabendo que eu corria o risco de me machucar que eu o encontrei. 
Os riscos são os mesmos, mas diferente da bicicleta, eu tenho lá uns sentimentos por ele, coisa boba, nada de mais. 
Ontem ele me pediu em casamento e eu me lembrei desse dia em que nos conhecemos, pensei. Vale mesmo? Bem, eu até queria a resposta aqui na palma da mão, tentaria ir em uma cigana, mas me sairia caro. Por fim, eu prefiro aceitar o desafio, como do inicio, e ver no que vai dar. E eu sei que tombos, arranhões, cortes... essas coisas e muito mais virão, mas eu me levanto e pedalo novamente, com ou sem ele.

Disfarço e me faço bem.

Cassie


















Eu olho aquela moça e ela não me diz, não me come,
não respira a mim. Ela retem e protege-se do não ser. 
Enrola os cabelos, as vontades e anda descalça pra sentir
todas as pedras de seu caminho... cativa.
Teu rosto leve mostra beleza e tuas mãos tão tremulas
me diz que existe algo além de viver, sofrer talvez.
Ponho-me a pensar o que poeria ser, coisa algum tão 
assombrosa provocaria isso em alguém. 
Ela jura estar bem, mostra a beleza, mas as mãos dizem
outro... e teus olhos, que há? 
Deve ser rio desaguando em mim, responde-me.
Entendo que ela procura o silêncio, talvez só assim ele
console e a cure desse mal que a persegue. 
Só não me disse e nem vai dizer o que há. Nem a mim
e nem a ninguém. Já basta acreditar... confiar. 

Mat'alma.

Sarah


























Seus olhos encontram-se em direção ao rio, o mesmo de seus sonhos.
E a canção insiste em lhe dizer que o caminho é longo, quase se ouve o longo.
Seus cabelos vivos de si e seus dentes desejando um pedaço de carne dos
animais que cercam seu movimento de luz, que lhe dizem o que ser.
Observa a cachoeira que despenca longe dali, sente o cheiro do peixe que lhe
pede ajuda e pouco d'água. Agoniza a hora de vida e bebe seu sangue a beira.
Nunca esperou-se, nunca soube como. Dona do talvez, madame do não.
Agora seus pés, encharcados de areia preta e minhocas que brincam em volta
dos dedos e sobe nas partes de seu corpo, ela torce.
Mergulha nas águas daquele rio, o mesmo que lhe falei e banha-se.
Primeiro teu corpo, olhos e alma. Assim ela vive em meio a sua mat'alma.

José.

M. Vargas

























A Marcela pegou suas roupas e de forma brutal arrumou cada peça, ao menos tentou arrumar.
Chorava desesperada, me pediu um cigarro e acendeu.
- Eu nunca imaginei que seria assim, dessa... desse jeito.
- Nem eu. (talvez já)
- Nem você o que? Acha que com ela vai ser diferente? É assim que pensa?
Ela tragava o cigarro de um jeito que parecia ser sua unica salvação, como o ultimo copo d'água do planeta. Secou os olhos e espantou todas as lágrimas de decepção. Eu sei, a Marcela esperava o melhor de mim, mas eu não fui capaz.
Às vezes eu acho que o pai tá certo, eu não sei cuidar de mim, quanto mais de um relacionamento. Mas ela não queria saber disso, infelicidade e uma traição com a Paula já foi o suficiente. Ela partiu e eu continuei a vida. 

Diário Bianca.

Ao som de Maria Rita.

bobi

























Tenho vivido muito só ultimamente. Papai e mamãe dizem que isso vai me fazer bem, mas na verdade eles não sabem da minha solidão. 
Aproveito cada momento comigo e às vezes me dá medo, dá um gosto na boca de inexistência. Compreendo meu lado presente, compreendo.
Tenho me alimentado pouco, porém bem. Meus drinques e meus cigarros são como marido e amante, presentes, mas nunca me saciam. 
E vou seguindo descrente das criaturas ao meu redor, dos mestres, doutores. Não tenho mais motivos pra acreditar na vida, agora a pouco deixei de acreditar em mim, no mundo, nas pessoas. E toda noite eu escrevo aqui no meu diário só pra me ler e ter certeza de que eu existo, as palavras não aparecem do nada, alguém as cria. Acredito.
Não tenho me encaixado em função alguma e as horas são tormentos, cada hora é um ano e sofro por esperar, esperar pra ver. Mas ver o que? Não sei. O que eu sei é que a cada dia percebo que não sou desse mundo e me sinto um peixe fora do mar, do rio, das águas do penar. Aqui não é meu lugar, nunca foi. Acho que papai e mamãe foram cruéis abandonando-me nesse lugar, no mundo. 

Boa noite!

A menina natimorta.

Chiehwei Lee


















A menina que tinha medo recusou-se a viver. 
Tinha medo de gente, de bicho e até assombração.
Custou por na cabeça que até pra morrer deveria ter medo.
Custou e não aprendeu. 

Verônica.

E foi a última vez em que vi Rodrigo, jogado ao chão, olhos fechados e boca sangrando.


Brooke Shaden


























No primeiro dia em que o vi era tudo muito bonito e simples, educado e seguro de si. Ele sempre aparentou ser um bom moço, não tardou para eu me apaixonar e o namorar, maldita hora, ou talvez não seja tão maldita, me valeu alguma coisa, aprendi a não confiar mais, ao menos em estranhos. 
Juntei meu espaço ao dele e num momento éramos dois em um, assim eu pensava que era e era. Nosso casamento foi lindo, minhas flores favoritas presentes, margaridas, sempre gostei e ele dizia que o cheiro que vinham delas era meu, elas roubavam de mim. O achava cada dia mais encantador e apaixonante. Nos aceitamos de sim à amor. Nossa noite de amor, sexo, foi claramente prazerosa e esquecível, hoje desejo esquecer, arrancar parte da memória e esquecer daquela noite, a última vez que o vi. Amor havia, mas ele quis provar amor por outra deusa e não era eu sua deusa do momento, mas seu bicho sacrificado. E eu lá sabia que Rodrigo era envolvido nessas coisas? Beijou-me, segurou meu pescoço, tentou me sufocar e eu gritando na parede da carne, fugindo das garras dele de segundo em segundo. Adiantou. Corri em direção a cozinha e peguei a primeira coisa que eu vi, o que provável poderia me defender. Fiz um corte leve em seu braço, mordi seu pescoço e num instante de defesa enfiei a faca em sua barriga, e eu quis? Ele me obrigou, mas tornou-se uma dança e eu fiquei encantada, loucamente com aquela faca na mão que mais parecia um pincel, fiz dele uma obra de arte. O homem que seria o pai de meus filhos agora caía aos meus pés e mentiu. Meus gritos conseguiram chamar alguém, porta abre-se, polícia. Presa por ser seu bicho quase sacrificado, presa por achar lindo os cortes no corpo de Rodrigo. Até hoje eu me pergunto quem era o mais apaixonado, ele com a ideia de sufoco ou eu com o dom da arte de matar?