Explico.

Não é dor e tristeza,
Não.
A minha alma é tão grandiosa
Quanto aquela lua que se finge bela.
É mais pura e sã.
O que se tem no papel
é o que se adormece na alma,
nas cantigas de paz.
Vai muito além de mim,
Mas além que essa face, muito mais...
Sou eu e repouso.

Luana Almeida.

5 comentários:

Francieudes disse...

Um dia eu perdi meu dom de escrever...
procurei nas recônditas reentrâcias de minha alma amargurada, a chave de pedra que sustenta o universo esplendoroso do ser humano.

o que encontrei, foi trevas e solidão de um corpo murcho e sem vida, sem luz ou beleza.
mas como definir o quão glorioso é viver?

palavras soltas de um verso triste de um soneto escrito a alguém no passado, me fizeram entender, que viver, é apenas soprar um dente-de-leão e ver as leves penugens voar ao sabor do vento...

"o poeta esta triste..."
ele perdeu o seu dom de escrever palavras bonitas em um pedaço de papel velho.

... desconfio que fiz um poema...

Manuh disse...

Por que nunca sabemos quem somos?
E quando sabemos não sabemos o que sentimos!
Ta aí a grande beleza do desconhecido, estamos sempre procurando (entender) algo

Lúu Almeida disse...

Adorável Max, grata pela tua presença aqui no meu "mundo".
Manu.. beijos!

Flores!

Angello Max disse...

^^'
ESTAMOS AKI PARA ISSO!!

Lúu Almeida disse...

Se me permitir, ousarei posta-lo aqui no meu "mundo".

Flores!