Mãe-irmã.

Onde anda a menina que me segurava a mão?
Pra que rua ela se foi? Onde vai?
Lembro-me que se sentava aqui,
a beira da vida e cantávamos as borboletas de todas as estações.
Creio que ela esteja bem, que lembre-se de mim,
Mas acredito que esteja bem longe, mas volta.
Mãe-irmã, a criatura mais divina do meu universo.
Sinto o gostinho dos carinhos, das danças e brigas,
Sinto saudade, sinto medo de não te ver mais.
Mãe-irmã, volte sim, mas lute pelo teu eu, por você.
Te amo!
Luana Almeida.

3 comentários:

Stº Lorac disse...

Tenho certeza que ela sempre vai estar cuidando da pequena menina onde ela estiver e nunca vai esquecer desses momentos.

Beijos!!

Stº Lorac disse...

"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."
Fernando Sabino

Lúu Almeida disse...

Espero eu que sim.
Flores amiga!