Que há de mal?

A nossa canção de cabaré tocou ontem,
na estação principal do inferno.


















Se ainda encontra-se aí, abre essa tua porta.
Deixa eu, o teu vagabundo, dominar essa tua casa,
criar raízes nesse teu chão, morder esses teus cachos negros.
Não creio em um só deus que possa descordar com esse
meu amor por ti Maria.
Abre esse castelo, abre essas tuas belas pernas.
Abre as pra mim, te juro virar poeta
e fazer poesia de ti pra ti.

5 comentários:

Renato disse...

Gosto da poesia que me surpreende. Muito bom mesmo.

Luana Almeida disse...

Obrigada Renato.
^^

Flores!

Sandro Dias disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Sandro Dias disse...

Gostei desse, poesia com erotismo é massa, ficou muito boa, parabéns lu :D

Luana Almeida disse...

Bom é tu, bê.
Amo ti. Alegria em ver você aqui.

Flores!